“Ama Eu”

Celebrando amores e desabores, Alê lança o biográfico e autoral álbum “Ama Eu”.

O cantor e compositor carioca, apresenta seu primeiro disco de estúdio. O trabalho lançado pela Altafonte Brasil materializa o grande esforço do artista que, com apenas um ano de estrada, coleciona grandes feitos, como o lançamento de diversos singles (Três deles ficaram no Top 10 das rádios pop  nacionais), visualizers e videoclipes, além da realização de shows pelos quatro cantos do país e parcerias com grandes personagens da indústria do pop nacional e internacional.

Capa do álbum – Foto: Mateus Aguiar

“Esse álbum, apesar de super Pop, tem um ‘Q’ de experimental. Ele é fruto do meu background artístico, mas, também, do encontro com grandes parceiros. TH4I é um dos que trouxeram referências de músicas regionais do Brasil, dentre elas, o Piseiro. Ele e outros amigos, com os quais fiz alguns camps (Encontros de produção) de composição, me abriram os olhos para experimentar e ousar. E, assim, nasceu, depois de anos sonhando, o ‘Ama Eu’”, conta Alê.

O álbum chega com 12 faixas autorais, sendo cinco delas totalmente inéditas. Ele foi produzido por nomes como o de TH4I, responsável por assinar os trabalhos de Luísa Sonza, Kevin O Chris, Pocah e Rebecca, e mixado e masterizado por Matheus Braz, vencedor do último Grammy com Beyonce, e João Milliet, que trabalhou com Sandy, Vitão, Manu Gavassi e Liniker, dentre outros.

Foto: Mateus Aguiar

Lançadas como singles ao longo de 2024 e 2025, “Bailar”, “Te Deixar”, “Deixa Florescer”, “Caso Proibido”, “Seu”, “Furacão” e a recente “Espaço Sideral” já fizeram a cabeça dos fãs, que, agora, são convidados a se reconhecerem em novas histórias, se perderem em outras batidas e se (re)encontrarem em palavras antes não ditas. Portanto, vamos a elas!

Na primeira canção inédita do álbum, “Carin” (De ALÊ, TH4I, King, Timbó, Jamé e Bruna Souza), a paixão e o calor ganham corpo. “Beijos com sabor verão, eu gosto assim… Teu cheiro no meu travesseiro deixou saudades” é o que diz Alê nessa charmosa bossa dançante, que também convida: “Deita no meu colo que eu vou te dar ‘carin’!”.

Em “Narnia”, um caliente Reggaeton composto ao lado de Jenni Mosello, Lucas Vaz e Renato Frei, o flerte com a fantasia e a ironia dos “quase amores” são nítidos. “Passei a noite toda pensando naquele quase beijo. Sobrou desejo. Só faltou confiar”, canta em tom biográfico.

Foto: Mateus Aguiar

Na dançante “Como é que pode” (Alê, TH4I, Jamé, Luana Costódio Berti e Renato Messas), o amor parece chegar sem pedir licença, feito um “susto” bom. “Como é que pode? Esse danadinho tá virando o meu love. Como é que pode? Quando você chega, meu coração explode”, dispara em mais um potente e despretensioso refrão.

E na “Sofrente” e com acentos de Piseiro, “Veneno”, do mesmo time de compositores (Exceto Luana) de “Como é que pode”, outra face desse mesmo amor é apresentada pelo artista: o vício que arde e machuca, mas que também atrai. “Viciei no teu veneno e agora sempre dói”, canta, como se estivesse dançando entre a dor e o desejo.

Contracapa – Foto: Mateus Aguiar

Por fim, na faixa-título, escrita com Jenni, Lucas e Douggie, Alê mergulha fundo num delicado tom confessional, no qual vulnerabilidade e autodescoberta se entrelaçam perfeitamente. “Nunca me ensinaram a amar… é tentativa e erro, e eu erro tentando te amar”, revela ele, expondo fragilidades emocionais em um registro íntimo e contemporâneo que puxa o álbum como single.

“O legal deste trabalho é que ele tem, para cada uma das 12 canções, um visualizer. Estes conteúdos já estão disponíveis no You Tube”, diz Alê.

– Ouça o álbum em sua plataforma predileta : https://orcd.co/amaeu.

Ansioso, no melhor sentido, para mostrar as novas canções, o artista volta aos palcos dois dias depois de lançar “Ama Eu”. Na sexta-feira, 19, às 20h30, ele aporta no Manouche, charmosa casa noturna localizada no Jardim Botânico, Zona Sul do Rio, para um celebrar, em grande estilo, mais uma conquista.

Estritamente fechado a convidados e profissionais da imprensa e da indústria do show business, o show, dirigido por Pablo Falcão e com desenho de luz de Cadu Fávero, contará com a participação dos músicos Vella, no baixo e na direção musical; Gê Fonseca, nos teclados; Gui Fonseca, nas guitarras, e Marcella Terra, na bateria.

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