A Corda Mi

Abordando amor e música, Fernando Grecco lança a sensível “A Corda Mi”.

A nova nusica que cjega acompanhada de um clipe com cenas em estúdio, faz parte do álbum “Vir A Ser” (co-produzido pelo artista, junto a Alê Siqueira). “Comecei a compor esta canção em junho de 2019. Estava tocando violão e tive a ideia de desenhar um motivo harmônico-melódico sempre começando pela corda mais grave do violão, o mizão como é conhecido”, revela ele.

Foto: Carolina Vianna

A faixa conta a história de um relacionamento amoroso através da feitura de uma canção ou, melhor, de uma metacanção. “O registro acabou sendo uma homenagem ao processo de criação artística e a composição com o violão, meu bom e velho parceiro de anos. Também não deixa de ser uma obra que fala sobre afeto. Descrevo os vales e picos de um relacionamento romântico, além de também fazer essa declaração de amor à música e aos meus instrumentos principais que são o violão e a guitarra”, revela Fernando.

Bruno Marques (MarQ Audiovisual) e o próprio cantor assinam o roteiro do vídeoclipe. Além de Fernando Grecco, participam do audiovisual Vanessa Ferreira (baixo acústico) e Cleber Almeida (bateria), músicos que gravaram na faixa original. Alê Siqueira assina a co-produção e a programação dos instrumentos virtuais (cravo, piano e tímpanos). “Iniciei a produção antes de escrever a letra (que geralmente deixo pro final) e o Alê captou um clima de música barroca, inspirada em Bach (compositor que adoro) e dobrou a melodia do violão com um som de cravo e alguns efeitos orquestrais como tímpanos, cordas de piano e efeitos”, cobta Grecco.

Foto: Carolina Vianna

Fernando Grecco:

Paulistano, Grecco iniciou os estudos com a guitarra aos 15 anos, tocando em festivais de colégios, mas deixou a música como segundo plano quando ingressou na faculdade de Engenharia Elétrica e enquanto construiu carreira de executivo nas áreas de informática e marketing. No entanto, em 2009, decidiu entrar de cabeça na sua paixão, a música, idealizando e fundando o selo e produtora Borandá, onde teve a oportunidade de trabalhar com grandes nomes como Egberto Gismonti, Ná Ozzetti, Toninho Ferragutti, Verônica Ferriani, entre outros.

Em 2011 montou o grupo Zanzibar, gravando clipes e realizando shows ao lado de Miguel Fernandes (violões), Beto Angerosa (percussão e voz) e Edgar Bueno (tabla indiana e voz), fazendo versões instrumentais para canções de Edu Lobo. Em 2017, lançou o EP autoral Repente da Palavra, com o qual fez turnê de shows onde entremeava suas canções autorais e algumas versões com textos baseados em suas leituras de filosofia e psicanálise. Em 2020, durante a pandemia, iniciou o lançamento de singles e clipes de seu último e já citado álbum autoral, “Vir a Ser” – lançado completamente em novembro de 2022.

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